segunda-feira, 1 de outubro de 2007

A SAÚDE DA LÍNGUA

Lendo-se o título, abstrai-se de antemão que o autor dever estar chamando atenção valendo-se da ambigüidade... Na verdade, há apenas uma interpretação que satisfaz o entendimento do motivo pelo qual escrevi esta nota: Minha preocupação (e também a geral) com a “saúde” da nossa língua. Mas que língua é essa???
Não falo de infecções causadas por bactérias ou pelo popular “sapinho” que se consegue beijando, segundo o que diz a tradição popular. Falo de quão frágil e apático é o tratamento dado pelos usuários, que, cada vez menos se preocupam em conhecer o idioma nacional. Para que se tenha idéia, a maioria esmagadora dos jovens do ensino médio (de nossa cidade e do país inteiro) está aquém do patamar que deveria ocupar, no tocante ao aprendizado de Língua Portuguesa. Essa absurda maioria não consegue redigir um texto profissional ou mesmo uma redação qualquer sem consultar manuais ou mesmo o professor quanto à estrutura, maltratam a regência e a concordância, demonstrando insegurança e pouco domínio. Tal fragilidade expõe cada vez mais nossa sociedade à alienação e ao domínio “cultural” do mundo globalizado onde Coca-Cola e Mc’Donalds são comidas típicas.

Escrito por: Diêgo Sousa Campos

2 comentários:

Sandra disse...

Parabénssssss Diêgo! Sobre seu texto faremos muitos comentários em sala de aula.

Anônimo disse...

parabens pra vc miguxo vc e um genio